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quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

The Economist: Palestinos estão entre os mais obesos do mundo


De acordo com o jornal britânico The Economist, os palestinos então entre as populações mais obesas do mundo -- as mulheres estão em terceiro lugar (42.5% das palestinas são consideradas obesas) e os homens palestinos estão em oitavo lugar (23.9%).




Já de acordo com os números da UNRWA (órgão da ONU responsável por perpetuar indefinidamente os "refugiados palestinos"), a taxa de obesidade na Faixa de Gaza está em 34% para os homens e em 41,6% para as mulheres. Na Cisjordania 28,7% dos homens e 52,6% das mulheres são obesos.




Faixa de Gaza, "o campo de concentração a céu aberto"


Faixa de Gaza


É comum nos dias de hoje ver jornais e emissoras de TV ocidentais se referindo a Faixa de Gaza como um "campo de concentração a céu aberto". Mas jornalistas que tivessem a coragem de fugir do lugar comum e da já obrigatória narrativa vitimista ao noticiar assuntos relacionados aos palestinos esqueceriam a propaganda esquerdista da CNN e do The Guardian e dariam mais importância para os relatos de jornalistas árabes e israelenses.


Um jornalista do diário egípcio Al-Ahram confirmou aquilo que todos os repórteres ocidentais sabem, mas se recusam a revelar: que Gaza não está realmente fechada num cerco e que qualquer opressão sentida pelos palestinos locais é causada pelos outros árabes, e não por Israel.


Crazy Water Park, o parque aquático oficial do 'campo de concentração' de Gaza

(O parque foi interditado pelo Hamas, pois ele permitia que homens e mulheres entrassem em suas piscinas ao mesmo tempo. Alguns meses depois ele foi incendiado por 40 homens mascarados.)


Ashraf Abu al-Houl escreveu ainda: "a visão das mercadorias e dos luxos que enchem as lojas de Gaza espantou-me". Não apenas isso, mas o jornalista também descobriu que a maior parte dos bens pode ser comprada em Gaza a preços muito mais baixos do que no Egito porque em Gaza "a oferta é muito maior que a procura."

Tal como alguns poucos jornalistas ocidentais tiveram coragem de relatar, esse fato levou al-Houl ao reconhecimento de que o limitado embargo israelense a Faixa de Gaza controlada pelo Hamas "é formal ou político, não econ
ômico". Em outras palavras: Israel não está causando uma crise humanitária ou econômica em Gaza.

Há contudo pobreza generalizada em Gaza, mas que é fruto da corrupção, existindo um grande fosso entre "os que têm" e "os que não têm".

Al-Houl entrevistou o activista político Mustafa Ibrahim, que contou que cerca de vinte por cento dos habitantes de Gaza controlam quase toda a riqueza do território, e quase todos eles estão afiliados de perto com o movimento Hamas, que dirige o governo local. Os habitantes ricos de Gaza investem fortemente na indústria do lazer e gastam desordenadamente, ao mesmo tempo que cobram taxas vergonhosamente caras para luxos básicos, como por exemplo frequentar uma praia.

Entre o resto da população, o desemprego atinge aproximadamente os 45%, e esses são os habitantes de Gaza constantemente apresentados pela mídia ocidental como "produtos" da assim chamada "opressão israelense".

A reação mundial a essas imagens transmitidas pela mídia é inundar Gaza com mais ajuda humanitária, que passa pelas mãos dos ricos, acabando por torná-los ainda mais ricos, ao passo que os pobres ficam mais pobres...


As autoridades israelenses têm vezes sem conta aludido a esta situação no passado quando avisavam que não havendo hoje uma crise humanitária em Gaza, a comunidade internacional vai acabar por criar uma ao entregar-se nas mãos da elite corrupta do território.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Envenenado? Arafat era homossexual e tinha AIDS...



De acordo com a propaganda árabe, Yasser Arafat, o líder "palestino" que nasceu, viveu e estudou no Egito -- além de ter servido no exército do país -- foi vítima de um envenenamento encomendado pelo governo israelense.

Já de acordo com seu médico pessoal, Ashraf al-Kurdi, ele morreu devido a complicações causadas pelo vírus da AIDS. O mesmo foi dito por Ahmad Jibril, seu companheiro e um dos fundadores e líderes da Frente Popular para a Libertação da Palestina -- que disse apenas estar repetindo o que foi dito pelos médicos franceses que cuidaram de Arafat até sua morte. 

"Então foi Israel quem contaminou Arafat com AIDS".
Não se levarmos em conta o que escreveu o tenente-general Ion Pacepa, vice-chefe do serviço de inteligência da Romênia sob ditador comunista Nicolae Ceausescu, e então aliado de Arafat. Em seu livro de memórias ("Red Horizons"), Pacepa relata uma conversa que teve em 1978 com Constantin Munteaunu, um general designado para ensinar a Arafat e a OLP técnicas para enganar os países do ocidente a fim de que estes reconhecessem sua organização terrorista:

 "Eu acabei de ligar para o centro de monitoramento de microfones para falar sobre o 'Fedayee' (nome de guerra de Arafat)", explicou Munteuaunu."

Após a reunião com o camarada ele foi diretamente para a casa de hóspedes para jantar. E naquele mesmo momento o "Fedayee" estava em seu quarto fazendo amor com seu guarda-costas. Aquele que eu sabia ser seu mais novo amante. Ele está brincando de tigre de novo. O oficial [que estava] monitorando os microfones me conectou ao vivo e diretamente com o quarto dele, e seus urros quase estouraram meus tímpanos. Arafat estava rugindo como um tigre e seu amante gritando como uma hiena."
Outra pessoa que traz um relato que segue a mesma linha do de Pacepa é o ex-presidente do Comitê Nacional Democrata, Terry McAuliffe. De acordo com o New York Times, no livro de memórias de McAuliffe

Há uma série de histórias humorísticas salpicadas entre uma pilha de nomes dentro de suas 406 páginas, incluindo [a vez em que] Yasser Arafat, por debaixo da mesa, se esfregava repetidamente nas pernas do senhor McAuliffe durante um jantar em Washington, no ano de 2000.


Associated Press menciona o mesmo relato:

O livro é cheio de revelações dos anos de McAuliffe entre a elite do poder -- recebendo uma supreendente 'massagem' nas pernas do líder palestino Yasser Arafat em um jantar. 
 “What a Party! My Life Among Democrats: Presidents, Candidates, Donors, Activists, Alligators and Other Wild Animals“ -- em português: "Que partido/festa! Minha vida entre os democratas: presidentes, candidatos, doadores, ativistas, crocodilos e outros animais selvagens"




Arafat e o vírus da AIDS


Relato de Ahmed Jibril na TV al-Manar (do Hizballah, Líbano):


Tradução:
Quando Mahmoud Abbas (presidente da Autoridade Palestina) veio a Damascus eu perguntei "o que foi descoberto na investigação médica sobre a morte do irmão Abu Amar [Arafat]?" E uma das pessoas do grupo disse: "Os franceses nos deram o relatório médico e a causa da morte de Arafat foi AIDS" 

Ashraf al-Kurdi, médico pessoal de Arafat:


Tradução:
"Eu pedi para falar com um dos médicos franceses. Eu queria ouvir de suas bocas sobre a sua [de Arafat] condição de saúde, mas eles não me responderam. Quando o presidente Yasser Arafat morreu, eles me mandaram um e-mail/notificação e, de acordo com ela, o presidente Arafat estava hospitalizado lá e seus exames de sangue mostravam que ele sofria com o vírus da AIDS "

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Deir Yassin, o massacre que não houve


Selos postais da Síria e da união das repúblicas árabes comemorando o "massacre" de Deir Yassin


Um exemplo prático de como uma mentira muitas vezes repetida acaba por se transformar em verdade oficial é o “massacre” de Deir Yassin, episódio da guerra que os árabes moveram contra os judeus logo após a aprovação do Plano de Partilha pela ONU.


Os anti-semitas, disfarçados de “anti-sionistas” e “apoiadores da causa palestina”, largam a designação “Deir Yassin” com ar profundo e indignado e, embora não tenham idéia do que realmente aconteceu, fazem de conta que sim e avançam alegremente pelo velhíssimo caminho da demonização do judeu.

Deir Yassin era uma aldeola árabe perto de Jerusalém, na estrada para Tel Aviv. Na primavera de 1948 os árabes tinham lançado a chamada “Guerra das Estradas” e a parte judaica de Jerusalém estava cercada exceto por essa estrada.

A 13 de Março de 1948, uma companhia árabe, constituída predominantemente por iraquianos tinha entrado na aldeia, com a intenção de fechar o garrote sobre Jerusalém.

Em 09 de Abril de 1948, uma companhia mista do Irgun e do Lehi atacou a aldeia a fim de a capturar e neutralizar os iraquianos.
Foram feitos avisos prévios à população de que devia abandonar a zona, agora transformada em alvo militar. De fato, a maioria da população saiu da aldeia.

Quando os paramilitares judeus chegaram foram recebidos a tiros pelos iraquianos, muitos dos quais tinham se vestido de mulheres e se protegiam no meio delas, ardil que, como sabemos, continua a ser usado tanto no Líbano quanto em Gaza.
Os judeus responderam, e nos combates que se seguiram, a unidade do Irgun sofreu pesadas baixas (50 homens) mas conseguiu finalmente neutralizar os iraquianos, capturando alguns ainda vestidos de mulher.
Quando já se tinham rendido, um grupo deles voltou a atacar com armas que mantinham escondidas debaixo das vestes. Muitos paramilitares do Irgun morreram e os restantes reagiram, matando todos os prisioneiros.

Quando o Haganah chegou à aldeia encontrou os civis mortos e passou a ideia de que tinha havido um massacre. Alguns investigadores entendem que esta posição da Haganah foi pensada, uma vez que por um lado tinha interesse em fazer fugir os árabes de certas aldeias, espalhando rumores sobre a ferocidade dos judeus, e por outro, convinha-lhe isolar o Irgun, numa luta interna de ordem ideológica, já que a Haganah era de esquerda e o Irgun de direita.
A Cruz Vermelha foi chamada ao local e não encontrou prova de qualquer massacre, conclusão corroborada por um estudo feito em Julho de 1999, por investigadores árabes da Universidade de Birzeit, de Ramalah, segundo o qual não houve qualquer massacre mas sim um confronto militar no qual morreram 107 árabes (incluindo os iraquianos) em consequência do fogo cruzado. Ou seja, o número de mortos é até inferior ao número de combatentes da companhia árabe que ocupou a aldeia.

De onde vem então a ideia do “massacre”?

Do mesmo local de onde vieram as ideias dos “massacres” de Jenin, e das manobras propagandísticas da ultima guerra com o Hezbolah: empolamento e distorção deliberadas para gerar indignação e estimular o ódio e a mobilização dos países árabes, neste caso a cargo da Rádio “Voz da Palestina”, cujo director, o Dr Hussein Khalidi afirmou que “nós temos o dever de capitalizar esta grande oportunidade”.

Na verdade foi com base na versão distorcida do Dr Hussein Khalidi que saiu um artigo no New York Times a divulgar ao mundo o “massacre” de Deir Yassin, suscitando várias declarações condenatórias das mais diversas personalidades.

Neste caso o tiro saiu aos árabes pela culatra, porque a distorção dos fatos lançou o pânico nos aldeões árabes, contribuindo para engrossar o número de refugiados.

Isto foi confirmado num documentário da PBS (Os 50 anos de Guerra, 1993) que registou depoimentos de moradores e protagonistas de Deir Yassin.


 Não houve estupros. É tudo mentira. Não foram esventradas mulheres grávidas. Era propaganda, para que os árabes fugissem e os exércitos árabes pudessem invadir e expulsar os judeus
Mohammed Radwan, combatente árabe de Deir Yassin, Middle East Times, 20 de Abril de 1998




 A rádio árabe falou de mulheres a serem mortas e violadas, mas não é verdade…eu creio que a maior parte dos que morreram eram combatentes e mulheres e crianças que os ajudaram. Os lideres árabes cometeram um grande erro. Exagerando as atrocidades eles pretendiam encorajar as pessoas a lutar, mas acabaram por criar o pânico e as pessoas fugiram
Ayish Zeidan, aldeão de Deir Yassin, Daily Telegraph, 8 Abril 1998





Entrevistas com testemunhas árabes começam em 2:18



Aliás Arafat, em sua biografia autorizada, diz que os exageros das histórias sobre Deir Yassin acabaram por provocar um efeito contrário daquele que se pretendia.

Deir Yassin não foi um massacre, tal como Jenin não foi um massacre, mas sim construções propagandísticas tendo em vista objetivos de guerra psicológica. Os muçulmanos fazem isto constantemente, procurando manipular as receptivas opiniões públicas ocidentais, jogando com os nossos interditos e tabus.
Os exemplos são vastos: usar escudos humanos, fazer explodir crianças, atacar deliberadamente alvos civis, transformar locais de culto, escolas e hospitais em posições de combate, louvar o culto da morte, etc.

Dias depois de Deir Yassin, deu-se um verdadeiro massacre que todavia está dentro do vasto recipiente de amnésia localizada ao dispor dos “apoiadores da causa palestina” (ódio a Israel, em português). Uma coluna médica do Hospital Hadassah, foi atacada e metodicamente executados 77 médicos, enfermeiros e estudantes.
Mas destes não reza a história... eram meros "porcos judeus".


terça-feira, 12 de novembro de 2013

"Pallywood"


No dia 7/2/04, enquanto fotojornalistas capturavam a imagem de uma senhora arabe com expressão de sofrimento, Enric Marti, fotógrafo da Associated Press, registrou o momento a partir de um ângulo bem mais original e honesto.


Pode ser que essa mulher tenha começado a chorar antes de encontrar os fotógrafos, mas sua posição – sozinha, ao lado de pichações em inglês – indica que a cena foi armada e que queria passar o máximo de impacto possível ao público ocidental. Parece que os fotógrafos não querem apenas ‘captar a imagem’, mas criá-la – seja ativamente (pedindo que a senhora pose), seja passivamente (permitindo ser por ela manipulados). Ambas as situações levam notícias erradas ao consumidor e, portanto, violam a ética jornalística.
Mas de acordo com Tim Rutten, do Los Angeles Times, a polêmica sobre a divulgação de fotos digitalmente manipuladas e erroneamente legendadas pela [agência de notícias] Reuters não chegou perto da dimensão que deveria ter tido na mídia.